Cirurgia Oncoplástica da Mama
Curar o corpo preservando a imagem, simetria e a essência feminina.
O que é Oncoplástica Mamária?
A Oncoplástica é a especialidade médica que funde a cirurgia oncológica de retirada do tumor com conceitos de cirurgia plástica reconstrutiva. O principal objetivo é tratar a doença com total margem de segurança e, simultaneamente, reestruturar a mama afetada, garantindo a sua simetria estética.
A técnica evita as deformidades comuns de cirurgias mais antigas, assegurando que a paciente não precise conviver com o estigma da mutilação durante seu processo de recuperação.
Principais Benefícios
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Reconstrução Imediata: Na maioria das indicações clínicas, a mama é reconstruída no mesmo ato cirúrgico de retirada do tumor, evitando a angústia de múltiplas internações posteriores.
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Simetrização da Mama Oposta: Se necessário, a mama saudável pode ser ajustada (reduzida ou elevada) na mesma cirurgia para que o resultado final das duas mamas seja o mais simétrico e harmonioso possível.
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Impacto Emocional Positivo: Acordar do procedimento com a anatomia feminina preservada traz enorme força psicológica para enfrentar as próximas etapas de tratamento de forma confiante.
Abordagem Técnica e Especializada
A Dra. Paula Saab conta com treinamento específico em cirurgias oncológicas e técnicas reconstrutivas da mama. Cada planejamento cirúrgico é único, estudando detalhadamente a anatomia da paciente e a localização do tumor para proporcionar o melhor resultado estético possível sem nunca abrir mão da segurança oncológica.
Dúvidas frequentes sobre cirurgia oncoplástica
Oncoplastia e reconstrução mamária são a mesma coisa?
Os conceitos se relacionam, mas não são necessariamente idênticos. A oncoplastia associa a retirada oncológica do tumor a técnicas de remodelamento ou reconstrução da mama no mesmo planejamento cirúrgico. A reconstrução mamária é um conceito mais amplo e pode ser realizada após a retirada parcial ou total da mama, imediatamente ou em outro momento. A técnica adequada depende da cirurgia necessária e das características de cada paciente.
Toda paciente com câncer de mama pode fazer cirurgia oncoplástica?
Não necessariamente. A possibilidade e o tipo de cirurgia oncoplástica precisam ser avaliados individualmente. O planejamento considera a extensão e a localização da doença, o volume e o formato das mamas, a cirurgia oncológica necessária, os tratamentos complementares previstos, as condições clínicas e as preferências da paciente. Quando determinada técnica não é adequada naquele momento, outras alternativas ou uma reconstrução posterior podem ser discutidas.
A reconstrução da mama sempre pode ser feita na mesma cirurgia?
Em algumas situações, o remodelamento ou a reconstrução pode começar no mesmo ato da cirurgia oncológica. Em outras, as características da doença, as condições clínicas, a necessidade de tratamentos complementares ou a preferência da paciente podem indicar uma reconstrução posterior ou realizada em etapas. Nenhuma das opções é universalmente melhor para todos os casos.
A cirurgia oncoplástica sempre utiliza prótese de silicone?
Não. Dependendo da quantidade de tecido retirada e das características da paciente, pode ser possível remodelar o próprio tecido da mama. Outras situações podem envolver implante, expansor ou tecido de outra região do corpo. A escolha considera a cirurgia oncológica, a anatomia, os tratamentos previstos e as vantagens e limitações de cada técnica.
É obrigatório operar a outra mama para melhorar a simetria?
Não. A cirurgia na outra mama pode ser proposta quando ajuda a aproximar o volume, o formato ou a posição dos dois lados, mas não é obrigatória em todos os casos. Ela pode ser realizada no mesmo procedimento ou em outro momento. A decisão deve considerar o resultado esperado, os riscos adicionais e a preferência informada da paciente.
A radioterapia pode influenciar o planejamento ou o resultado da reconstrução?
Sim. Quando a radioterapia faz parte do tratamento, ela pode influenciar a escolha da técnica, o momento da reconstrução, a cicatrização e o resultado estético ao longo do tempo. Isso não significa que a reconstrução seja necessariamente contraindicada. O planejamento deve ser integrado à equipe oncológica para compatibilizar a opção reconstrutiva com o tratamento da doença.
A oncoplastia é sempre concluída em uma única cirurgia?
Nem sempre. Algumas pacientes realizam o tratamento e o remodelamento em um único procedimento, enquanto outras podem precisar de etapas complementares. Uma nova cirurgia pode ser indicada, por exemplo, para ampliar margens, trocar um expansor por implante, reconstruir o complexo aréolo-mamilar ou ajustar a simetria. Essas possibilidades devem ser discutidas antes do tratamento.
Que resultado estético, cicatrizes e mudanças de sensibilidade posso esperar?
O objetivo é preservar ou reconstruir o contorno da mama e buscar uma simetria compatível com a segurança oncológica, mas não é possível garantir que as mamas fiquem idênticas. Toda cirurgia deixa cicatrizes, cuja posição e extensão dependem da técnica utilizada. Também podem ocorrer dormência, formigamento ou redução da sensibilidade da mama ou do mamilo. Radioterapia, cicatrização, envelhecimento e mudanças de peso podem modificar o resultado ao longo do tempo.
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